Cartas

-arquivos-image-capas-CAPA6Disciplina 
Como professora, educadora e mãe de duas crianças pequenas, posso afirmar que nem sempre as crianças se comportam mal por estarem infelizes. Como cristã, lamento a posição do pastor Zenon Lotufo Jr. (“Disciplinar: um ato de amor”, jul./2003), que parece divergir completamente do princípio de que todos nascemos em pecado e, portanto, somos inclinados a ser egoístas e maus desde o nascimento.
Edna Ieks
Campinas, SP



O tema “disciplina” é pouco debatido pela pedagogia. Somos ensinados, idealisticamente, que a escola é um espaço onde tudo ocorre na mais perfeita disciplina. Isso faz com que muitos professores se frustrem ao não saber lidar com crianças indisciplinadas. Gostei do enfoque “educacional” dado à disciplina.
José Roberto A. Barbosa

Iniciativas concretas
Recebi do nosso bispo a revista MÃOS DADAS e foi muito interessante. Nossa Igreja Católica está montando uma pré-escola para as crianças mais pobres da cidade. A revista fala do apoio oferecido pelo PEPE (mar./2003). Gostaria de saber se é possível alguém chegar até aqui para treinar nossos voluntários.
Irmã Brígida Counihan I. A.
Umburanas, BA

Estamos criando a Aliança Evangélica de Ação Social e Misericórdia de Mogi das Cruzes. Trata-se de uma ONG cristã, interdenominacional, para-eclesiástica, organizada como uma confederação, sem fins lucrativos. Um dos objetivos é prestar consultoria para quem deseja iniciar algum trabalho na área social.
Nello Augusto Pulcinelli
Mogi das Cruzes, SP

Mãos Dadas
Aqui no Projeto Barnabé (que trabalha com 320 crianças e pré-adolescentes) recebemos os exemplares de MÃOS DADAS. Faço questão de divulgar cada novo número entre a nossa equipe, da diretora à cozinheira, como incentivo para que produzam mais frutos.
Aparecida Mendonça
Recife, PE.

Recebi o nº 6 de MÃOS DADAS, o que agradeço penhoradamente. Já havia recebido um exemplar que veio encartado na revista Ultimato, da qual sou assinante. Assim, posso repartir com os irmãos da igreja ou com pessoas não crentes, pois vale a pena.
Ycléa Cervino
Recife, PE

História de quem admiro
Eu tinha 7 anos, em 1964, quando conheci o professor Peter Pauls, então diretor da escola Fritz Kliewer, no interior do município de Palmeira, Paraná, com mais de 400 alunos. Ele tinha uma visão ampla, via todos os alunos e se comunicava com cada um deles. Sua vida, seu exemplo, seu carisma, sua fé, me levaram a querer ser como ele. Hoje, aos 70 anos, o professor Peter ainda está firme na obra de Deus. Continuo seu aluno. Desde 1989, trabalhamos juntos na Associação Menonita Beneficente. Ainda não sou como ele; tenho muito a aprender.
Abrão B. Friesen
Palmeira, PR

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