Dia das mães histórico tem que ficar registrado!

Dia das mães histórico tem que ficar registrado!

Este é o primeiríssimo Dia das Mães que passamos em ritmo de quarentena. A data passou a ser celebrada no Brasil em 1918, no mesmo ano da pandemia da Gripe Espanhola. Mas a gripe só chegou ao Brasil em setembro daquele ano e em maio de 1919 já estava no seu finalzinho.

Nós, da Rede Mãos Dadas convidamos você a tirar um tempinho para registrar os seus sentimentos, as suas lições aprendidas, sonhos e motivos de gratidão neste momento tão histórico em que vivemos.

Criamos este cartão, para você baixar e preencher. Mas não fique só nisso. Temos também um livreto que funciona como um diário de bordo para crianças e adolescentes preencherem enquanto percorremos esta jornada que é completamente nova para todos nós!

Bem, mas tem uma coisa que não é nova. Seth e Bessie Sykes eram evangelistas escoceses nos anos 30 e 40. Ambos tinham passado ainda jovens pela gripe espanhola. O casal compôs esta canção que talvez você tenha aprendido quando era criança.

Com Cristo no barco tudo vai muito bem…
Vai muito bem, vai muito bem…
Com Cristo no barco tudo vai muito bem
E passa o temporal.

Esta canção nunca foi tão verdadeira do que nestes dias que vivemos, então fizemos uma pequena alteração…

Com Cristo no barco tudo vai muito bem…
Vai muito bem, vai muito bem…
Com Cristo no barco tudo vai muito bem
E passa a quarentena…

Temporal, pandemia, desemprego, perdas financeiras… tudo isto passa. O que fica é a nossa alegria de ter a presença Jesus para velejar conosco no nosso barco. Faça hoje uma decisão: “Senhor, eu não vou olhar para as ondas ao meu redor, ou para a força do vento, ou para os raios ensurdecedores. Eu vou olhar para o Senhor e vou confiar que o Senhor é aquele cuja voz é obedecida até pelo vento”. Feliz Dia das Mães!

 

Nossa oferta para você:

  • Um cartão para você recordar este dia tão histórico.
  • Um “diário de bordo” para ser preenchido pelas crianças e adolescentes do seu convívio. Diga a elas, Copa só acontece de 4 em 4 anos, pandemia é uma à cada 100!

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